Alcoolismo Feminino

Revisado por Equipe Editorial a 13 janeiro 2018

Alcoolismo no sexo Feminino: O álcool afecta, para o bem e para o mal, o físico, o psico-mental e o social. É comum conhecerem-se pessoas que ficam carinhosas e outras, ao contrário o álcool leva-as à agressividade.

A nível fisiológico costuma-se culpar por álcool por provocar a cirrose do fígado (a lesão da célula hepática transformando-se este, em fibrose, a gastrite (inflamação da mucosa do estômago) e a consequente deterioração do estado nutricional orgânico.

Lembra-se menos o efeito deletério no sistema nervoso, central e periférico, de entorpecimento da mente, deterioração da acuidade dos cinco sentidos (ver, ouvir, sentir, cheirar e gostar).

Afectado o comportamento, seja despertando fogosidade, inibindo receios ou medos, seja distorcendo as realidades por sectarismos visionários, induzirá o álcool riscos pessoais/individuais e colectivos.

Vão-se conhecendo os mecanismos químicos dos efeitos do álcool ao organismo. Parece que tais consequências têm muito de imunológico, portanto serão muito dependentes da individualidade de cada um.

Certezas fisiológicas já temos para diferenciar a mulher do homem – a massa muscular e a massa gorda, a capacidade de metabolizar o álcool, a influência hormonal, tão cíclica na mulher. Mas avancemos para a especificidade psicossocial feminina.

Até há pouco, a mulher era a guardiã da virtude, portadora de beleza interna, moral, bem como externa, física – diferentemente do que era exigido ao homem. Mas, hoje, a “igualdade” tende a desprezar aquele substracto biológico específico. A mulher começou a dizer não á maternidade, a fumar e a embriagar-se. Até pretendem superar o homem.

Mas, uma mãe solteira tem condições sociais e de criação dos seus filhos, mais difíceis do que a generalidade das mães casadas. Mas, as donas do encanto, as doces mães e fadas do lar, porquê se seduzem ao alcoolismo? A sua especificidade feminina, na realidade, comparativamente aos homens, são mais vulneráveis á acção tóxica do álcool, adoecem mais precocemente, de causalidade multi-factorial, com deterioração pessoal mais marcada e humilhante, com repercussões sócio – familiares mais evasivas e com atingimento privilegiado para a descendência.

Esta pseudo-evolução /emancipação mostra já o apagamento das diferenças entre os sexos, com tendência crescente para a igualização dos consumos e a inversão de hábitos de consumo entre o meio rural e o meio urbano. Constata-se um alto risco para o alcoolismo e uma maior tendência para a depressão, o alcoolismo provocando alterações severas no comportamento, contribui para a deterioração das relações do casal. – O conflito substitui o diálogo, as agressões físicas e morais, a desconfiança e o delírio de ciúme põem em risco a sua própria vida.

E os filhos?

A descendência de pais violentos é provavelmente boa candidata a uma nova vida familiar onde a violência seja o “normal”. Com frequência descendência devolve à sociedade e aos progenitores a violência vivida. Sabemos que os filhos de mães alcoólicas apresentam mais atrasos mentais e distúrbios de personalidade de pressupostos múltiplos, nomeadamente comportamentos anti – sociais e violentos.

Os homens sempre preferirão a Rainha-Mãe, nossa e de nossos filhos!