Alergia a Esmalte

Revisado por Equipe Editorial a 1 outubro 2018

Os esmaltes são fundamentais para a maioria das mulheres.

Além do tradicional papel estético, os esmaltes contribuem para proteger as unhas, deixando-as mais fortes.

Contudo, muitas mulheres sofrem de uma dermatite de contato designada por alergia a esmalte.

Esta alergia acontece quando o sistema imunitário responde de forma desmesurada ao contacto com um dos produtos químicos que constituem o esmalte.

Estes produtos de beleza apresentam de forma frequente químicos como formaldeído, dibutilftalato (DBP) ou tolueno, os quais podem despoletar reações alérgicas.

Por alguém nunca ter sofrido de alergia a esmalte, não significa que tal não possa acontecer no futuro.

Estas alergias podem surgir em qualquer idade, mesmo não existindo antecedentes.

Apesar da crença generalizada de que a alergia a esmalte se manifesta apenas nas unhas e nas mãos, tal está longe de corresponder à verdade.

É comum que esta dermatite de contato afete também outras áreas do corpo, como o rosto e olhos.

A alergia aos esmaltes pode motivar sintomas localizados ou transversais a todo o corpo, incindindo de forma mais comum na face.

Estes sintomas podem também manifestar-se em conjunto, ou de forma isolada.

Os principais sintomas da alergia a esmalte são:

  • Rosto ou olhos inchados;
  • Pele avermelhada;
  • Surgimento de bolhas de água;
  • Sensação de coceira;
  • Dor;
  • Peles ou unhas a descamarem.

Sempre que estes sintomas se manifestarem de forma inesperada, é aconselhável que o indivíduo consulte um médico dermatologista.

Estes profissionais médicos são os responsáveis por fazer o diagnóstico, identificar o que está na origem da alergia e finalmente determinar qual o melhor tratamento.

Como Tratar a Alergia a Esmalte

Não existe realmente uma cura para esta dermatite de contato, mas existem diversos tratamentos que podem contribuir para aliviar os sintomas.

A alergia a esmalte, geralmente é tratada com recurso a um medicamento antialérgico, como Loratadina, Polaramine ou Allegra.

A utilização destes remédios permite controlar os quadros de reações alérgicas, mas sempre que é identificada a propensão para este tipo de alergia é fundamental apostar na prevenção.

Para evitar sofrer novamente com os sintomas provocados por esta alergia, a mulher pode colocar em prática as seguidas medidas:

  • Escolher esmaltes hipoalergénicos. Ou seja, escolher os esmaltes que não possuem DBP, tolueno ou formaldeído;
  • Não optar por esmaltes cintilantes, uma vez que estes geralmente contêm mica na sua composição. Mica é um pigmento conhecido por também causar alergias;
  • Optar simplesmente por não pintar as unhas.

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Como Identificar a Alergia ao Esmalte

A alergia ao esmalte é geralmente diagnosticada através de um teste de alergia, que deve ser solicitado por um médico dermatologista.

Este tipo de teste de alergia processa-se de uma forma simples: são aplicadas várias substâncias suscetíveis de provocarem reações alérgicas em diferentes áreas da pele.

Cerca de 48 horas depois, o médico analisa as áreas do corpo onde foram aplicadas as substâncias, por forma a verificar se ocorreu alguma reação.

Fotos de unhas alérgicas ao esmalte

Fotos de Alergia a Esmalte