Artrite idiopática juvenil: Causas, Sintomas e tratamentos

Atualizado e Revisado por Dr Diogo Olive Gomes (Médico de família e comunidade e Homeopata - CRM/PR: 34.257) a 29/08/2019. Publicado originalmente em 28 de agosto de 2019

A artrite idiopática juvenil é uma doença reumatológica pediátrica que envolve não apenas uma, mas sim várias condições autoimunes e inflamatórias que afetam as articulações. Ocorre em crianças com menos de 16 anos e tem uma incidência de aproximadamente 1 em cada 1000 crianças. É definida como um conjunto de doenças semelhantes que iniciam na infância e se manifestam por inflamação de uma ou mais articulações, com duração de pelo menos 6 semanas. O termo “Idiopática” tem a ver com o fato da sua causa ser desconhecida. “Juvenil” significa que as manifestações geralmente ocorrem antes dos 16 anos.

Joelho Direito Inchado Em Paciente Com Artrite Idiopática Juvenil Oligoarticular

Tipo e classificação

De acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), a artrite idiopática juvenil pertence à classe CID-10: M08.0. Existem várias classificações e subdivisões, de acordo com o número de articulações afetadas:

Oligoarticular

Geralmente afeta apenas uma articulação (nunca mais que cinco) no estágio, e ocorre em cerca de metade de todas as crianças com artrite. As meninas correm maior perigo que os meninos. Algumas crianças mais velhas com este tipo podem desenvolver artrite “prolongada” que compromete muitas articulações e permanece até a idade adulta.

As crianças que a desenvolvem aos sete anos têm maior hipótese de vê-la melhorada com o tempo. No entanto, estão mais predispostas a problemas oculares inflamatórios (irite ou uveíte), que podem persistir independentemente da artrite. Como a inflamação ocular geralmente não causa sintomas, é importante a realização de exames regulares feitos por um oftalmologista, para detectar, aplicar a terapia adequada, e evitar a perda da visão.

Poliarticular

O tipo poliarticular afeta cinco ou mais articulações e pode iniciar em qualquer idade. As crianças diagnosticadas com ela na adolescência podem, na verdade, ter a forma adulta de artrite reumatoide (mas em idade precoce).

Sistêmica

Este tipo afeta muitas articulações e apresenta sintomas adicionais que podem afetar todo o organismo. A artrite de início sistêmico afeta cerca de dez por cento das crianças com artrite. Inicia com febres repetitivas que podem atingir 39º graus ou mais, muitas vezes acompanhadas de erupção (de cor de salmão) que vai e vem. Pode causar inflamação dos órgãos internos, bem como das articulações, embora o inchaço das articulações não apareça até meses ou mesmo anos após o início da febre.

Anemia (contagem baixa de hemácias) e contagens elevadas de leucócitos são também alguns achados típicos identificados em exames de sangue para avaliar as febres e os sintomas recorrentes. Trata-se de um tipo de artrite pode persistir mesmo após as febres e outros sintomas terem desaparecido.

De acordo com os sintomas:

Artrite relacionada à encefalite: Esta é uma variante que muitas vezes envolve anexos de ligamentos, bem como a coluna vertebral. É uma forma por vezes chamada de espondiloartrite. Pode originar dor nas articulações sem inchaço óbvio e dor e rigidez nas costas. Por vezes há histórico familiar de artrite da coluna vertebral.

Dermatomiosite juvenil: Trata-se de uma doença inflamatória que provoca fraqueza muscular e erupção cutânea nas pálpebras e juntas dos dedos.

Esclerodermia juvenil: A esclerodermia, que significa literalmente “pele dura”, descreve um grupo de condições que fazem com que a pele aperte e endureça.

Artrite psoriática juvenil: Nestas situações a criança tem artrite e uma doença de pele chamada psoríase ou histórico familiar de psoríase em pais ou irmãos. Os sintomas típicos incluem alterações nas unhas e edema (inchaço generalizado de um dedo do pé ou da mão chamado dactilite ou dedo em salsicha).

Lupus juvenil: É uma doença autoimune. Sua forma mais comum é o lúpus eritematoso sistêmico e pode afetar as articulações, pele, rins, sangue e outras áreas do corpo.

Doença de Kawasaki: Causa inflamação dos vasos sanguíneos que pode levar a complicações cardíacas.

Espondilite anquilosante juvenil.

Doença mista do tecido conjuntivo: Pode incluir características de artrite, dermatomiosite lúpica, esclerodermia, e está associada a níveis muito elevados de um anticorpo antinuclear específico chamado anti-RNP.

Fibromialgia: É uma síndrome de dor crônica, relacionada à artrite, que pode originar rigidez e dor, juntamente com fadiga, distúrbios do sono e outros sintomas. É mais comum em meninas, e são raros os casos diagnosticados antes da puberdade.

Causas

A causa exata da artrite idiopática juvenil ainda é desconhecida. A ciência acredita que algumas crianças são mais suscetíveis à predisposição genética (combinação de genes que a criança herda dos pais) – e a exposição a alguns fatores externos, como vírus (por exemplo), pode ser um gatilho nestes casos. Trata-se de uma doença autoimune. Isso significa que o corpo ataca as suas próprias células e tecidos saudáveis, originando “principalmente” inflamação das articulações, mas também outros sintomas.

O processo inflamatório passa por quatro etapas:

A articulação fica inflamada; começa a apresentar rigidez; ocorrem danos na articulação; e por fim, o crescimento da junta é alterado.

Por vezes os sintomas são moderados e não avançam para doenças e deformidades mais graves. No entanto, casos graves podem desencadear danos sérios nas articulações e tecidos. Também podem levar a problemas no desenvolvimento e crescimento ósseo.

Sintomas

Apesar de cada tipo de artrite juvenil ter os seus sintomas (dor, vermelhidão (Ver Imagem), articulação quente, por exemplo), todos eles têm em comum a inflamação articular (Ver Imagem). Existem momentos em que os sintomas desaparecem sozinhos, piorando novamente mais tarde. Também acontece a criança desenvolver alguns sintomas por um curto período de tempo e não ocorrerem mais no futuro. Os principais sintomas incluem:

  • articulações doloridas (especialmente de manhã),
  • inchaço das articulações (VER IMAGEM),
  • juntas das articulações quentes,
  • amplitude de movimento limitada nas articulações,
  • deformidades dos dedos, na artrite reumatoide,
  • músculos enfraquecidos em redor da articulação afetada,
  • aumento da temperatura corporal,
  • aparecimento de erupções leves,
  • crescimento articular desigual (muito rápido ou muito lento, desigual por todo o corpo),
  • iridociclite (inflamação da íris e corpo do olho (corpo ciliar)),
  • anemia (diminuição da contagem de glóbulos vermelhos),
  • alterações nas unhas (por exemplo, depressões pontuais ou separação da unha da sua base),
  • pele escamosa e muito seca, típica da artrite psoriática,
  • dor e rigidez nas costas, em casos de espondilite anquilosante.

Exames e diagnóstico

O diagnóstico baseia-se na história abrangente, exame físico detalhado e descobertas laboratoriais. Inicialmente o especialista (pediatra ou reumatologista pediátrico) ouve os sintomas relatados pelo paciente, quando e onde apareceram pela primeira vez, bem como o seu tempo de duração.

Os parâmetros laboratoriais inflamatórios e as alterações na contagem de células sanguíneas podem ser mais ou menos pronunciados, o que dificulta a confirmação do diagnóstico.

Alguns achados positivos de anticorpos auto-imunes em imagens clínicas podem ajudar.

Os exames de Raios-X também são úteis na confirmação de danos nas articulações.

Quando os achados físicos não indicam um diagnóstico definitivo de artrite, são necessários exames adicionais. Os mais comuns incluem:

Análises laboratoriais

  • Marcadores de inflamação: sedimentação eritrocitária e hematócrito
  • Hemograma completo
  • Análises para avaliar a função hepática
  • Exames para avaliar a função renal com níveis de creatinina sérica
  • Exame de sangue para detectar anticorpos antinucleares
  • Fator Reumatoide
  • Urinálise e cultura de urina
  • Análises adicionais (proteínas totais, albumina, fibrinogênio, ferritina, D-dímero, enzima conversora de angiotensina (ECA), ASLO (Anticorpo antiestreptolisina O).

Exames de imagem

  • Tomografia computadorizada
  • Ressonância magnética
  • Ultrasonografia e ecocardiograma transesofágico
  • Ressonância magnética nuclear

Outros procedimentos incluem:

  • Densitometria óssea
  • Artrocentese e biópsia sinovial
  • Pericardiocentese

Tratamento

É importante iniciar o tratamento bem cedo para evitar consequências irreversíveis. O primeiro objetivo da terapia é aliviar a dor e acalmar a inflamação e, em seguida, ter a capacidade de controlar a doença.

As preparações farmacológicas utilizadas no controle e tratamento da artrite idiopática juvenil podem ser agrupadas em vários grupos: Anti-inflamatórios; Corticosteroides para administração tópica e sistêmica; Medicamentos anti-reumáticos modificadores da doença (DMARDs); Fármacos citotóxicos ou imunossupressores; Medicamentos biológicos. Conheça alguns abaixo:

anti-inflamatórios não esteroides (ibuprofeno, por exemplo),

Corticosteroides

Os corticosteroides são os anti-inflamatórios mais potentes usados ​​na reumatologia, com bons efeitos a curto prazo, mas também com os inevitáveis ​​efeitos colaterais, com uso a longo prazo (hipertensão, paragem no crescimento, osteoporose, irritação da mucosa gástrica, glaucoma, obesidade, estrias). Portanto, devem ser reservados principalmente para a fase aguda da forma sistêmica de artrite idiopática juvenil.

Ocasionalmente, os corticosteroides podem ser administrados de forma intra-articular na articulação inflamada, o que apresenta grande vantagem sobre a administração sistêmica no tratamento da forma oligoarticular, com efeitos colaterais mínimos.

Medicamentos antirreumáticos

Alguns medicamentos anti-reumáticos que modificam a doença incluem (metotrexato, sulfasalazina). Os anti-reumáticos não-esteroides fazem parte de quase todas as combinações terapêuticas em reumatologia pediátrica. São também muitas vezes o primeiro remédio administrado no tratamento.

Os antirreumáticos não-esteroides  tradicionais atuam na inibição da enzima ciclooxigenase 1 (COX-1), que além do seu papel na cadeia de reações inflamatórias do organismo, tem efeitos fisiológicos importantes, como ação protetora na mucosa gástrica e coagulação sanguínea (agregação plaquetária), e um efeito anti-inflamatório benéfico.

Fármacos Citostáticos ou imunossupressores

As drogas citotóxicas (azatioprina, ciclofosfamida, ciclosporina A, por exemplo) são usadas no tratamento de casos graves e resistentes da doença, quando outros fármacos se mostraram ineficazes. No entanto, perderam o seu lugar no tratamento da doença com a chegada dos medicamentos biológicos. Conheça-os abaixo.

Medicamentos biológicos

São a última linha do tratamento, quando as medidas anteriores não oferecem uma resposta adequada ao organismo. O desenvolvimento de medicamentos biológicos veio permitir um melhor controle da doença e sua remissão.

Antes da sua existência, mais de 25% dos pacientes com poliartrite e quase 50% dos pacientes com artrite idiopática juvenil sistêmica desenvolviam limitações funcionais permanentes 5 anos após o início da doença.

Em crianças com a doença, as preparações terapêuticas Anti-TNF e o Anticorpo monoclonal anti-interleucina-6 (anti-IL-6) são muitas vezes usadas no tratamento da forma sistêmica ou quando ocorre resistência à terapia medicamentosa anti-TNF.

Além das preparações anti-TNF, também podem ser administrados medicamentos biológicos dirigidos aos linfócitos B, e moléculas coestimulatórias necessárias à ativação dos linfócitos T.

Atualmente, muitas outras drogas biológicas estão sendo pesquisadas. Algumas delas incluem: anticorpos monoclonais para moléculas de linfócitos T-CD4 (anti-CD4), antígenos de ativação – CD25 (anti-TAC), para moléculas de adesão – ICAM-1 / LFA-1 interação, entre outras.

Terapia psicológica

Outra parte importante no tratamento é a educação dos pais e a ajuda de psicólogos e psiquiatras para ajudar o paciente e seus pais a lidar com a doença.

Fisioterapia

Além da medicação em si, a fisioterapia é igualmente importante na normalização do fluxo sanguíneo, em manter ou restaurar a função articular, regenerar cartilagens, tecidos musculares, tendões e prevenir deformidades. Alguns métodos usados na fisioterapia incluem:

  • Massagem;
  • Eletroforese com Dimetilsulfóxido ou sulfóxido de dimetilo (DMSO);
  • Crioterapia;
  • Aplicações de parafina.

Dieta

É muito importante a criança realizar uma dieta saudável e equilibrada, com uma ingestão calórica adequada ao seu crescimento.

Medidas Preventivas

Para evitar a doença em qualquer idade, os pais devem controlar pelo menos alguns fatores – evitar a hipotermia do bebê, monitorar a dieta e atividade física (movimento excessivo indesejado, especialmente correndo e pulando, por exemplo).

Ao mesmo tempo, é importante consultar um especialista a tempo, sempre que ocorram alguns dos sintomas descritos acima (Ver Imagem).

Traumatologistas, reumatologistas ou ortopedistas, qualquer um deles está capacitado a entender as causas da dor, problemas articulares ou outros sintomas. O importante é não atrasar esta visita, caso contrário, a criança terá que pagar pelo descuido dos pais a longo prazo.

Dúvidas Frequentes

A doença tem cura?

Infelizmente, não existe uma cura completa para a artrite juvenil, embora com diagnóstico precoce e tratamento agressivo, seja possível a sua remissão (fase em que não existem sinais da doença). O objetivo do tratamento é aliviar a inflamação, controlar a dor e melhorar a qualidade de vida da criança.

A maioria dos planos terapêuticos envolve a combinação de medicação, atividade física (com acompanhamento), cuidados com a saúde dos olhos e a prática de uma alimentação saudável.

Pode causar cegueira?

Muitas vezes é difícil perceber que a criança está ficando afetada da visão. A própria criança, por ser pequena, muitas vezes não é capaz de reconhecer que está gradualmente ficando cega. É preciso entender que uma doença ocular associada à artrite juvenil pode originar complicações sérias e até mesmo cegueira, se não for detectada a tempo (Ver Imagem).

Os problemas pode ser desencadeados ​​pela própria doença ou pelos medicamentos que a criança toma para o tratamento dela. O problema ocular mais comum é a inflamação em uma parte do olho, chamada úvea. (Fonte)

Existem outras complicações? O que acontece se não for tratada?

Se não for tratada, a doença pode levar a:

  • Perda de visão ou diminuição da visão devido a iridociclite / uveíte,
  • Danos permanentes nas articulações,
  • Artrite crônica e incapacidade (perda de função),
  • Interferência nos ossos e crescimento da criança,
  • Inflamação das membranas que envolvem o coração (pericardite) ou pulmões (pleurite). (Fonte)

A doença pode desaparecer com o tempo?

Trata-se de uma condição crônica, o que significa que pode durar meses ou anos. Por vezes, os sintomas desaparecem com o tratamento (fase de remissão). A remissão pode durar meses, anos ou a vida inteira. Na verdade, muitos adolescentes entram em remissão completa com pouco ou nenhum dano articular permanente. Mas ainda não existe uma cura definitiva. (Fonte)

Pode ser identificada através de raio-x?

No início da doença o exame de raios-x pode ajudar a identificar danos nas cartilagens (Ver Imagem). No entanto, o exame mostra-se mais útil numa fase mais avançada, quando os ossos já foram afetados.

Dor e inchaço nas articulações são sintomas comuns em muitas doenças, que devem ser descartadas antes de o especialista diagnosticar a artrite idiopática juvenil. (Fonte)

Piora com a idade?

Os sintomas podem piorar ou diminuir com o tempo. Cada caso é um caso. Muitas vezes exige tratamento na vida adulta.

Em uma pequena parcela de casos, a dor nas articulações, o inchaço, a fadiga e outros sintomas, podem desaparecer durante meses ou anos, geralmente em crianças diagnosticadas em idade muito jovem com oligoartrite leve (a forma mais comum de artrite infantil, que afeta menos de cinco articulações).

No entanto, mesmo assim, ainda podem ocorrer inflamações nos olhos (uveíte), que pode durar até a idade adulta e exigir exames oftalmológicos regulares. (Fonte)


Referências
  • Genetics Home Reference – NIH
    https://ghr.nlm.nih.gov/condition/juvenile-idiopathic-arthritis
  • Arthritis Foundation
    https://www.arthritis.org/about-arthritis/types/juvenile-idiopathic-arthritis-jia/symptoms.php
  • Sociedade Brasileira de Reumatologia
  • SPR – Sociedade Portuguesa de Reumatologia
    Manual Informativo da Artrite Idiopática Juvenil | Autores: Enfermeira Lurdes Narciso, Dr.ª Filipa Oliveira Ramos, Dr.ª Raquel Marques, Dr.ª Ana Filipa Mourão, Dr. J. A. Melo Gomes, Prof. Doutor João Eurico Cabral da Fonseca
    http://www.spreumatologia.pt/upload/Manual_AIJ_v4.pdf
  • Ferri FF. Juvenile idiopathic arthritis. In: Ferri’s Clinical Advisor 2018. Philadelphia, Pa.: Elsevier; 2018. https://www.clinicalkey.com. Acessado em Agosto. 8, 2019.
  • Questions and answers about juvenile arthritis. National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases. https://www.niams.nih.gov/health_info/juv_arthritis/. Acessado em Aug. 8, 2019.
  • Juvenile arthritis. American College of Rheumatology. https://www.rheumatology.org/I-Am-A/Patient-Caregiver/Diseases-Conditions/Juvenile-Arthritis. Acessado em Agosto. 8, 2019.
  • Juvenile arthritis. American Academy of Orthopaedic Surgeons. http://orthoinfo.aaos.org/topic.cfm?topic=a00075. Acessado em Agosto. 8, 2019.
  • 6 ways arthritis can affect your eyes. Arthritis Foundation. http://www.arthritis.org/living-with-arthritis/comorbidities/eye-conditions/eye-arthritis.php. Acessado em Agosto. 9, 2019.
  • Arthritis, juvenile rheumatoid. National Organization for Rare Disorders. https://rarediseases.org/rare-diseases/arthritis-juvenile-rheumatoid/. Acessado em Agosto. 8, 2019.
  • Cimaz R, et al. How I treat juvenile idiopathic arthritis: A state of the art review. Autoimmunity Reviews. In press. Acessado em Agosto. 8, 2019.
  • Radiology Case | Radiopaedia.org
    https://radiopaedia.org/cases/juvenile-idiopathic-arthritis?lang=us
Autores
Dr Diogo Olive Gomes (Médico de família e comunidade e Homeopata - CRM/PR: 34.257)

Dr. Diogo Olive Gomes - CRM/PR 34.257

Medicina de Família e Comunidade - RQE Nº: 23995

Homeopatia - RQE Nº: 23996

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Profissional graduado há 10 anos, pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Com Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, pela Faculdade de Medicina da USP. E também com Título de Especialista em Homeopatia pela Associação Médica Brasileira.

Trabalhou como Auditor Médico pelo Exercito Brasileiro. Atua com Atenção Primária à Saúde na Saúde Suplementar, com experiência em atendimento de urgência e emergência, ambulatorial e domiciliar.

Hoje atua como Coordenador Médico de Ambulatório de Medicina de Família, dentro do Hospital da Cruz Vermelha - Regional Paraná. Atende também em Consultório Particular, como Homeopata. É diretor da Associação Médica Homeopatica do Paraná.

Também pode encontrar o Dr. Diogo no Linkedin, ou no Google.

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