Bronzeamento artificial e câncer de pele

Revisado por Equipe Editorial a 24 outubro 2018

Ter uma pele bronzeada é, desde há muitos anos, uma forma de dar à pele um aspeto mais bonito e saudável.

O bronzeamento pode ser conseguido através da exposição à luz solar, ou então, utilizando câmaras de bronzeamento artificial, com resultados bem mais rápidos.

Contudo, tanto a exposição solar descuidada, como o bronzeamento artificial, têm consequências bastante nefastas para a saúde, podendo causar câncer da pele.

De seguida poderá conhecer mais sobre a relação entre a utilização das câmaras de bronzeamento artificial e o aparecimento de câncer de pele.

Bronzeamento artificial e o câncer de pele

De acordo coma IARC, agência internacional de pesquisa do câncer, a utilização de câmaras de bronzeamento artificial provoca câncer da pele, sendo por isso consideradas cancerígenas.

Sendo certo que há ainda hoje muitas pessoas que utilizam este meio para conseguirem o bronzeado perfeito e rápido, é importante refletir sobre estas informações.

Estudos comprovaram que o uso destas câmaras de bronzeamento artificial confere aos seus utilizadores um risco 75% maior de desenvolvimento de um melanoma que as pessoas que se bronzeiam naturalmente com a exposição solar nos períodos considerados pouco perigosos.

O melanoma é a forma mais perigosa de câncer da pele, sendo que este tipo de câncer é um dos mais comuns em todo o mundo, tendo origem na exposição desprotegida a raios solares.

Se pretende um bronzeamento mais saudável e com risco mínimo, então prefira a exposição solar natural, em horários adequados, e com a pele devidamente protegida.

Uma das melhores opções para que quer bronzear a sua pele é utilizar os cremes autobronzeadores, que facilitarão o escurecimento da sua pele, sem prejudicar ou colocar em risco a sua saúde.

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