-->Cardiotocografia - Educar Saúde

Cardiotocografia

Publicado em 22/08/2014. Revisado por Drª Gizele Cunha (Pediatra, Alergologista e Pneumologista Infantil - CRM/SP: 116541) a 16 dezembro 2018

A cardiotocografia fetal é um exame não invasivo, realizado perto do fim da gravidez, que serve para avaliar o bem-estar do bebê, quando este ainda se encontra no interior da barriga da sua mãe.

Além disso, a cardiotocografia pode também indicar se existem sinais de trabalho de parto.

Este exame consiste na avaliação de dois parâmetros: os batimentos cardíacos do feto e as contrações uterinas. O médico faz a sua avaliação através da interpretação dos resultados gráficos obtidos com a cardiotocografia fetal.

A cardiotocografia fetal é geralmente feita a partir das 38 semanas de gravidez.

Em Que Consiste a Cardiotocografia Fetal

Este exame é constituído pela observação e monitorização da frequência cardíaca fetal durante um certo período de tempo, que geralmente pode ir dos dez aos vinte minutos.

Uma vez que a frequência cardíaca depende do correto funcionando de diversas estruturas – por exemplo, do sistema nervoso central, do fornecimento de oxigénio e do sistema cardiovascular – este exame permite realizar uma avaliação abrangente do estado da vitalidade fetal do bebê.

A cardiotocografia fetal é um exame simples, que não causa qualquer dor à gestante. A grávida é colocada em repouso, podendo estar deitada ou sentada. Depois, a barriga é rodeada por dois cintos elásticos que possuem sensores.

Um dos cintos tem o objetivo de registar as batidas cardíacas do bebê, enquanto o outro serve para registar a intensidade e a frequência das contrações do útero.

Quando a gravidez é múltipla, é utilizado um sensor extra para monitorizar cada coração de forma individual.

Cardiotocografia Fetal Fora dos Padrões Normais

Nas situações em que o resultado da cardiotocografia fetal não se encontra dentro dos padrões normais, os médicos podem decidir por alterar o momento e o método de realização do parto.

Valores fora do padrão podem ser sinónimo de diversos problemas, como fornecimento insuficiente de oxigénio ao cérebro.

Saiba mais sobre:
A informação foi útil? Sim / Não

O texto contém informações incorretas? Está faltando a informação que você está procurando? Se ficou com alguma dúvida ou encontrou algum erro escreva-nos para que possamos verificar e melhorar o conteúdo. Não lhe iremos responder diretamente. Se pretende uma resposta use a nossa página de Contato.


Nota: O Educar Saúde não é um prestador de cuidados de saúde. Não podemos responder a perguntas de saúde ou aconselhá-lo nesse sentido.
Autores
Drª Gizele Cunha (Pediatra, Alergologista e Pneumologista Infantil - CRM/SP: 116541)

Pediatra, Alergologista e Pneumologista Infantil - CRM/SP: 116541

A Dra Gizele Ferreira Cunha é Graduada em Medicina pela Universidade de Ribeirão Preto - SP - 2004. Além disso possui:

- Especialização em Alergia e Imunologia Infantil pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCRP - FMRP - USP) – 2009.

- Especialização em Pneumologia Infantil pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCRP - FMRP - USP) – 2007.

- Especialização em Pediatria pela Universidade de Ribeirão Preto - 2006 .

Endereço: Avenida Senador César Vergueiro, 571 - Ribeirão Preto - SP - Email: cviver@bol.com.br - Telefone: (16) 33291337

Também pode encontrar a Drª Gizele no Linkedin e Facebook