Críticas sobre actuação na pandemia de gripe A

Publicado em 28/05/2010. Revisado por Equipe Editorial a 13 janeiro 2018

Líderes políticos da Saúde mundial reuniram-se na Suíça e, Margaret Chan responde a críticas sobre actuação na pandemia de gripe A.

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A avaliação da resposta à recente pandemia de gripe A, as novas regulamentações sanitárias internacionais e os Objectivos do Milénio para a Saúde foram alguns dos temas em debate na reunião magna da Organização Mundial de Saúde (OMS), que se realizou na semana passada.

“A pandemia de gripe A foi a mais vigiada e cuidadosamente escrutinada da História”, salientou Margaret Chan.

Teve lugar entre os passados dias 17 e 21 de Maio, em Genebra, Suíça, a 63. ª Assembleia Mundial de Saúde. Durante o discurso inaugural, Margaret Chan, directora-geral da OMS, lembrou os sucessos alcançados nas últimas décadas na área da Saúde, como a erradicação mundial da varíola ou o aumento exponencial de doentes com VIH/sida a receber terapêutica anti-retrovírica nos países subdesenvolvidos ou em vias de desenvolvimento.

Mas a responsável referiuse também aos Objectivos do Milénio, cuja meta está próxima e que estão longe de ser cumpridos em várias áreas, nomeadamente na saúde materna e infantil.

OMS não receia auditorias

Margaret Chan não evitou o tema da gripe A, depois das críticas a um eventual excesso de zelo da OMS, por parte do Conselho da Europa, e acusações de possíveis interesses comerciais por detrás das decisões tomadas pela autoridade mundial da Saúde. “As boas notícias em Saúde Pública surgem normalmente de factores como empenho político, recursos suficientes, intervenções fortes e capacidade de implementação, distribuição equitativa e alinhamento com as capacidades e prioridades nacionais.

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Mas, por vezes, somos apenas muito sortudos. Este foi o caso com a pandemia de H1N1”, afirmou. A dirigente fez ainda questão de lembrar que esta foi a pandemia “mais vigiada e cuidadosamente escrutinada da História”, pelo que “é normal que todas as acções e decisões tomadas, especialmente as da OMS, sejam igualmente escrutinadas e criticadas”.

Margaret Chan garante, por isso, que recebe com agrado todas as análises e auditorias que venham a ser feitas. Na sua reunião anual, a OMS aprovou ainda, por unanimidade, uma estratégia global para reduzir o abuso no consumo de álcool. Esta prevê regras apertadas para os valores de álcool no sangue permitidos aos condutores e para os horários de bares e lojas de venda de bebidas, adiantou a Lusa.

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