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Diet ou Light – Emagrecer á força

Publicado em 07/06/2010. Revisado por Equipe Editorial a 13 janeiro 2018

Preste atenção no que você coloca no carrinho de supermercado. Nem tudo que é diet ou light emagrece.

A busca pela boa forma não deve estar restrita apenas em freqüentar uma academia ou realizar dietas, mas, possuir uma boa alimentação, salvo os casos endócrinos. Muitas pessoas, na corrida contra o peso, optam pelos produtos ligth e diet e os tornam verdadeiros aliados. No Brasil, diet virou sinônimo de baixa caloria ou sem açúcar e o termo light está associado a um produto que contém menos gordura, mas, não é bem assim.

O diet atende às pessoas que não podem consumir: açúcares, sódio, gordura ou aminoácidos. É o caso dos diabéticos ou de quem apresenta problemas de colesterol. Ele nem sempre ajuda a perder peso, isso se deve a existência de substâncias gordurosas, mesmo que o produto não contenha açúcar. Já o alimento light deve apresentar uma redução de qualquer um dos seus componentes em 25% da fórmula convencional do produto, tornando-o menos calórico e recomendado para quem quer perder peso.

É preciso equilíbrio para não exagerarmos no consumo desses produtos. Uma dieta exclusivamente com alimentos light pode provocar uma redução na absorção da vitamina A (para a visão), vitamina D (calcificação dos ossos), vitamina K (coagulação do sangue), entre outras.

Há pessoas que pela dificuldade que têm em emagrecer com dietas, chegam às raias da obsessão com o corpo e apresentam sérios distúrbios alimentares como Anorexia e Bulimia, doenças à primeira vista opostas, mas, que compartilham dos mesmos traços:

Medo de comer demais e engordar;

Depressão;

Baixa auto-estima;

Autopunição por um erro imaginário;

Relacionamentos familiares problemáticos;

Estresse por perda de um parente querido;

Adaptação profissional ruim.

A Anorexia Nervosa é apresentada, geralmente, por adolescentes que possuem perda de apetite ou recusam se alimentar por razões nervosas. Visivelmente magra, a garota não se conforma com o corpo e insiste estar gorda, mesmo tendo o peso abaixo do normal.

A doença se apresenta em classes sociais mais elevadas e está associada a imagem de profissionais que consideram a magreza como fator de sucesso, caso das modelos e bailarinas.

Já a Bulimia deixa a pessoa com uma fome descomunal levando-a a se alimentar excessivamente. Depois, força o vômito, ingere laxantes e diuréticos ou provoca fisicamente para se livrar do que comeu (É o que fazia a Leka, participante do programa de TV Big Brother). A ingestão dos alimentos, muitas vezes, é feita às escondidas e seguida por sentimentos de culpa e vergonha. A pessoa é capaz de consumir cinco pacotes de biscoito ou até uma panela de macarronada e pode ser confundida como gulosa. Desse distúrbio sofreram a princesa Diana, Jane Fonda e a ginasta Nadia Comaneci.

Nos dois casos, são necessários tanto uma terapia comportamental, como uma alimentar. A duração e o método de tratamento variam de acordo com o caso. Portanto, “nem tanto ao céu, nem tanto a terra”. É preciso coerência, equilíbrio e direcionamento médico para qualquer tipo de dieta.

É importante saber o valor calórico de alguns alimentos que você consome e por quais eles poderiam ser substituídos, tornando a alimentação mais variada e saudável.

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