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Doenças na gravidez – Doenças da mãe que afetam o bebê

Publicado em 28/06/2010. Revisado por Drª Raquel Pires (Nutricionista - CRN-6 nº 23653) a 8 dezembro 2018

Doenças da mãe que afetam o bebê – Certas doenças infecciosas, embora sejam ligeiras para a mulher, podem supor um risco importante para o desenvolvimento do embrião ou do feto se acontecerem durante a gravidez.

RUBÉOLA

As mulheres que sofrem rubéola durante a gestação têm 25 vezes mais risco de dar à luz um bebé com defeitos congénitos (cegueira, anomalias oculares, atraso mental ou cardiopatia congénita, entre outras) de que as mulheres que não sofreram essa doença.

A medida preventiva consiste em vacinar as meninas antes da puberdade ou vacinar-se antes da gravidez, caso não esteja imunizada.

VARICELA

Sofrida durante a gravidez comporta um pequeno risco (cerca de um por cento) de que o futuro bebé tenha cicatrizes na pele, alterações nos olhos, microcefalia e defeitos nos membros, entre outros.

Não se conhecem medidas preventivas, salvo evitar o contacto com pessoas (sobretudo crianças) que estejam o sofrer essa infecção.

TOXOPLASMOSE

É uma infecção transmitida pelos gatos. Costuma ser ligeira para a mulher, mas durante a gravidez aumenta o risco de que o futuro bebé tenha hidrocefalia, microcefalia, calcificações cerebrais ou atraso mental.

A medida preventiva, se ainda não se teve essa infecção (pode saber-se mediante uma análise de sangue), consiste em evitar o contacto com gatos, lavar e descascar a fruta, lavar com água quente os vegetais que se consumirem crus, utilizar luvas para trabalhar a terra e comer a carne bem passada.

Se se gostar dela mal passada, deve congelar-se durante alguns dias a cerca de -20º C e cozinhar-se depois de descongelá-la lentamente.

CITOMEGALOVÍRUS

Na gestação aumenta o risco de que o bebé nasça com microcefalia, hidrocefalia, calcificações intracranianas ou atraso mental. Não se conhecem medidas preventivas contra esta infecção.

MONONUCLEOSE

É pouco frequente durante a gestação, uma vez que somente cerca de três por cento das mulheres são susceptíveis à infecção.

Existem poucos estudos sobre o efeito que provoca no embrião e no feto, mas nalguns deles descobriu-se que incrementou o risco de anomalias congénitas, atraso de crescimento, prematuridade e morte fetal ou neonatal.

Não se conhecem medidas preventivas.

O sal, com precaução

O sal em grandes quantidades pode originar retenções de líquidos, que produzem edemas. Além disso, pode desencadear outras complicações graves.

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Autores
Drª Raquel Pires (Nutricionista - CRN-6 nº 23653)

Nutricionista Clínica - CRN-6 nº 23653

A Drª Raquel Pires é Nutricionista, Health Coach e Personal Diet, com grande experiência em atendimento em consultório e Idealizadora do Projeto ESD (Emagrecimento sem Dor).

Formação Acadêmica

- Graduada pela Universidade Santa Úrsula. - Pós Graduada em Nutrição Clínica. - Pós Graduada em Prescrição de Fitoterápicos e suplementação Nutricional Clínica e Esportiva. - Pós Graduada em Nutrição Aplicada ao Emagrecimento e Estética.

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