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Ecossistema

Publicado em 26/01/2011. Revisado por Equipe Editorial a 13 janeiro 2018

Em 1992, 85 pessoas da Comunidade Europeia, em cada 100 respondeu que a protecção do ambiente era um problema imediato e urgente. A maior parte considerou que as agressões ao meio ambiente eram um problema grave porque constituíam uma ameaça à saúde das populações e diminuíam a qualidade de vida. Ao mesmo tempo 62 europeus da Comunidade, em cada 100, estavam de acordo com a afirmação de que “o desenvolvimento económico deve respeitar o ambiente”.

As populações têm cada vez mais consciência que vivem num “ecossistema“. A palavra ecossistema deriva da palavra OIKOS – CASA OU LUGAR EM QUE SE VIVE EM SISTEMA – conjunto de unidades combinadas que forma um todo organizado. Não só a casa é comum, como existe uma relação muito forte entre a vida de cada um dos seres vivos, desde os mais pequenos aos maiores, desde as formas de vida mais simples às mais complexas.

Qualquer mudança em cada um deles produz mudanças em todos os restantes. O homem é um dos seres mais dependente do “meio” ou ambiente que o rodeia. Isto é, não pode viver sem ar, sem água, sem alimentos e muitos outros elementos na natureza. A existência e a qualidade destes depende do clima, das plantas e de uma enorme variedade de outros seres vivos e, principalmente, da actuação do próprio homem.

À medida que a população cresce e a tecnologia se desenvolve o homem altera e reforça a sua posição dominante nesta comunidade biótica ou natural. Ao contrário do homem pré-técnico que adaptava as suas actividades à sua associação com a vida natural, o homem civilizado utiliza a comunidade biótica de acordo com as suas necessidades cada vez maiores.

O que está em causa nesta capacidade do homem civilizado são os limites que ele mesmo deve impor para que a comunidade biótica ou “meio natural” não seja destruída, pondo em risco a sua própria sobrevivência. Dado o actual desequilíbrio e fragilidade dos diferentes elementos do meio ou do ambiente, provocados pelo aumento da população e pela sua actuação dos últimos séculos, já não basta ter uma atitude passiva. O nível de destruição atingiu níveis de tal dimensão que é necessário recuar na utilização de algumas tecnologias e modos de produção, quer na indústria, quer na agricultura, quer nos transportes, quer na utilização de determinados produtos ou condições de bem estar.

É mesmo necessário adoptar meios de defesa daqueles elementos do “meio natural” ou do ambiente que correm o risco de desaparecer ou provocar desequilíbrios nas relações com os restantes. O desaparecimento da camada de ozono, por exemplo, é originado na opinião dos cientistas, pela excessiva utilização de energias não naturais que
libertam enormes quantidades de dióxido de enxofre e gás carbónico e pelo consumo de produtos com substâncias químicas nocivas.

A camada de ozono é, segunda essa mesma opinião, uma condição indispensável para a sobrevivência dos seres vivos (plantas e animais) e principalmente do homem.

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