HISTÓRIA NATURAL DO CÂNCER DO PULMÃO

HISTÓRIA NATURAL DO CÂNCER DO PULMÃO

Em geral, os carcinomas broncogênicos manifestam-se inicialmente na forma de tosse, perda de peso, dor torácica e dispnéia.
A taxa de sobrevida global de cinco anos é de, aproximadamente, 9%. A ressecção cirúrgica de tumores solitários (de células não-pequenas) proporciona alguma melhora da sobrevida (sobrevida de cinco anos de 30% a 40%) numa minoria de pacientes com doença localizada. O carcinoma de pequenas células quase sempre sofreu metástases por ocasião do diagnóstico, afastando a possibilidade de intervenção cirúrgica.

Mostra-se responsivo à quimioterapia, porém acaba sofrendo recidiva. Outros tipos apresentam respostas desencorajadoras à quimioterapia.
As síndromes paraneoplásicas associadas ao carcinoma broncogênico quase sempre resultam na liberação dos seguintes hormônios:

• hormônio antidiurético (síndrome de liberação inapropriada de hormônio antidiurético);
• hormônio adrenocorticotrópico (síndrome de Cushing);
• paratormônio ou prostaglandina E (hipercalcemia);
• calcitonina (hipocalcemia);
• gonadotropinas (ginecomastia);
• serotonina (síndrome carcinóide).

Outras síndromes paraneoplásicas incluem miopatia, neuropatia periférica, acantose nigricante e osteoartropatia pulmonar hipertrógica (por exemplo, baqueteamento dos dedos das mãos).
Agressividade câncer do pulmão sobrevida