Manutenção artificial da vida divide sociedade

Revisado por Equipe Editorial a 13 janeiro 2018

Manutenção artificial da vida divide sociedade

O caso de uma doente em coma alimentada artificialmente por ordem do tribunal, contra a vontade da família, está a abalar o país vizinho e a fazer renascer o debate da eutanásia. Segundo o El País de dia 17, o Hospital Infanta Leonor, em Madrid, recusou-se a retirar a alimentação artificial a uma doente em coma desde Novembro, como pretendia a família, alegando que a mesma não tinha deixado testamento vital. A instituição enviou o caso para tribunal, que lhe deu razão, obrigando à alimentação da doente apesar de os pareceres médicos reconhecerem que esta não tem possibilidade de recuperação ou de tratamento. Entretanto, o número dois do Ministério da Saúde de Espanha veio dizer publicamente que seria lógico aceitar a vontade da família.