Mente activa

Revisado por Equipe Editorial a 13 janeiro 2018

Os livros podem mantê-lo vivo. Quanto mais formal foi a sua instrução na infância, maior será a probabilidade de a sua memória e a sua capacidade cognitiva persistirem na velhice, o que contribui para que se mantenha mais apto a cuidar de si próprio e mais saudável. Mas não deixe de aprender depois de concluir os estudos. Continue a ginasticar a sua mente, porque a aprendizagem obriga o cérebro a criar novas conexões entre as células nervosas – um antídoto direccionado para a velhice.

Escolha aquela guitarra eléctrica que sempre quis tocar, aprenda a jogar bowling ou torne-se um especialista na cultura de abóboras. Mesmo uma alteração simples na rotina – preparar uma nova receita ou optar por um caminho diferente para casa depois de sair do emprego, por exemplo – pode ajudá-lo a conservar a mente afinada.

Num estudo iniciado em 1993 e ainda em curso realizado pelo Rush university Medical center de chicago, por exemplo, as pessoas que afirmaram ter passado algum tempo em actividades que envolviam um processamento de informação significativo (como ouvir rádio, ler jornais, ir a museus, fazer palavras cruzadas ou fazer puzzles) corriam cerca de metade do risco de desenvolverem a doença de Alzheimer do que as outras.

E se mantiver a sua mente activa à medida que vai envelhecendo, tem uma probabilidade maior de que se o seu corpo se conserve também activo e de evitar a demência e outras situações congéneres. Uma mente activa vai acrescentar-lhe mais 4 anos de vida.