O meu bebé já é real

O meu bebé já é real.

A ecografia é o momento em que o bebé é “apresentado” à sua mãe, ao seu pai e restante família, e é também um instrumento de extrema importância para o médico assistente que poderá, deste modo, descortinar certos indícios de problemas fetais não detectáveis por qualquer outro meio de diagnóstico. É evidente que estes exames só poderão ser efectuados por especialistas e com os equipamentos adequados. Independentemente do aperfeiçoamento já existente nesta área, estes não são isentos de erro e nem sempre é possível detectar algumas das malformações que possam existir.

A evolução…

As ecografias começaram a ser utilizadas para efeitos obstétricos ainda na década de 60 mas, nessa altura, os resultados eram muito limitados. O máximo que se conseguia era uma imagem fixa que permitia unicamente a medição do perímetro craniano do feto. Foi nessa época posta também uma outra questão, que algumas mães ainda hoje colocam: “Será que esta técnica não provoca efeitos nocivos ao meu bebé?”

Segundo testes realizados em crianças sujeitas a esta técnica durante a sua vida intra-uterina, não foi diagnosticada qualquer alteração nem repercussão negativa. Duas décadas depois, já era possível, tal como hoje em dia, a obtenção de imagens em tempo real e a exploração em detalhe dos órgãos fetais. Hoje, muito embora só existam ainda poucos equipamentos em todo o mundo, obtemos imagens a três dimensões.

A ecografia 3D é uma técnica que permite observar toda a superfície fetal: desde o rosto, ao pescoço, às mãos, aos pés, aos genitais, etc. Esta avançada técnica permite-nos a possibilidade de diagnosticar qualquer malformação externa e determinar até que ponto esta poderá afectar o bebé.