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Plantas que curam

Publicado em 19/02/2011. Revisado por Equipe Editorial a 13 janeiro 2018

Plantas que curam:

Os produtos fitoterapêuticos são preparados a partir de plantas ou misturas de plantas com propriedades medicinais, que se apresentam em preparações galénicas diversas, tendo desta forma utilidade terapêutica. A utilização das plantas para o tratamento de doenças é anterior aos sistemas de escrita. Existe uma grande variedade de produtos na área da fitoterapia. «Nos últimos anos têm sido efectuados ensaios clínicos com várias plantas, das quais se podem destacar o Panax ginseng, Gingko biloba, Echinacea purpurea e Hypericum perforatum», refere o Dr. Nélson Tavares, farmacêutico.

As plantas podem ser aplicadas como medida terapêutica em diversas situações clínicas. A chamada fitoterapia é usada, por exemplo, «no tratamento da astenia, alterações da circulação sanguínea, estados gripais e depressão ligeira», explica o especialista. Além destas aplicações mais específicas, a «essência pura» das plantas destina-se também a debelar outros problemas de saúde: dermatológicos, cardiovasculares, gastrintestinais, neurológicos, respiratórios, urinários e imunológicos.

Nélson Tavares salienta ainda que a eficácia terapêutica das plantas medicinais é comprovada pela pesquisa científica realizada nos últimos anos. O grau de confiança associado aos produtos fitoterapêuticos «está totalmente dependente da qualidade, sendo esta fundamentada pela identificação, pureza, propriedades físicas, químicas e biológicas», defende o farmacêutico.

A estes requisitos acrescem ainda o rigor no processo de fabricação, a normalização ou padronização das preparações e, finalmente, «na legislação sobre qualidade, segurança e eficácia das plantas medicinais, assim como na avaliação do uso tradicional, potenciando desta forma a sua utilização», completa Nélson Tavares.

Os produtos fitoterapêuticos são preparados a partir de plantas ou misturas de plantas com propriedades medicinais, que se apresentam em preparações galénicas diversas, tendo desta forma utilidade terapêutica. A utilização das plantas para o tratamento de doenças é anterior aos sistemas de escrita.

Existe uma grande variedade de produtos na área da fitoterapia. «Nos últimos anos têm sido efectuados ensaios clínicos com várias plantas, das quais se podem destacar o Panax ginseng, Gingko biloba, Echinacea purpurea e Hypericum perforatum», refere o Dr. Nélson Tavares, farmacêutico.

As plantas podem ser aplicadas como medida terapêutica em diversas situações clínicas. A chamada fitoterapia é usada, por exemplo, «no tratamento da astenia, alterações da circulação sanguínea, estados gripais e depressão ligeira», explica o especialista. Além destas aplicações mais específicas, a «essência pura» das plantas destina-se também a debelar outros problemas de saúde: dermatológicos, cardiovasculares, gastrintestinais, neurológicos, respiratórios, urinários e imunológicos.

Nélson Tavares salienta ainda que a eficácia terapêutica das plantas medicinais é comprovada pela pesquisa científica realizada nos últimos anos. O grau de confiança associado aos produtos fitoterapêuticos «está totalmente dependente da qualidade, sendo esta fundamentada pela identificação, pureza, propriedades físicas, químicas e biológicas», defende o farmacêutico. A estes requisitos acrescem ainda o rigor no processo de fabricação, a normalização ou padronização das preparações e, finalmente, «na legislação sobre qualidade, segurança e eficácia das plantas medicinais, assim como na avaliação do uso tradicional, potenciando desta forma a sua utilização», completa Nélson Tavares.

Os benefícios da aromaterapia

Para além das plantas medicinais utilizadas isoladamente ou em misturas (chás medicinais), de entre os principais produtos fitoterapêuticos, destacam-se os extractos, os xaropes, as cápsulas, os comprimidos, os granulados, etc. A aplicação de óleos essenciais para fins terapêuticos constitui uma outra vertente dos produtos de saúde.

A aromaterapia é uma terapia natural usada para prevenir e tratar alguns sintomas e doenças, com base na aplicação de óleos essenciais 100% puros. Entre as principais aplicações dos óleos essenciais, destacam-se as inalações (ideais em casos de problemas respiratórios e distúrbios nervosos), massagens aromáticas com óleos de massagem (óleos essenciais diluídos em óleos vegetais), banhos aromáticos, compressas aromáticas frias ou quentes e os purificadores do ar (os óleos essenciais possuem propriedades anti-sépticas), esclarece a Eng.ª Ana Sofia Joaquim.

Consoante o óleo essencial utilizado, a terapia natural pode ter acções relaxantes, estimulantes, activadoras da circulação, anti-inflamatórias e analgésicas em casos de dores reumáticas e musculares, emagrecedoras e drenantes em casos de celulite e emagrecimento localizado, entre outras.

Ana Sofia Joaquim salienta ainda que «apenas os óleos essenciais de alfazema e da árvore do chá (tea tree oil) podem e devem ser usados puros sobre a pele, já que possuem excelentes propriedades cicatrizantes e anti-sépticas. Todos os outros óleos essenciais só podem ser usados sobre a pele depois de devidamente diluídos num óleo vegetal, tal como o óleo de amêndoas doces ou o óleo de avelã».

Nos últimos anos, tem-se vindo a verificar uma procura incessante de uma melhor qualidade de vida. Os produtos obtidos segundo o modo de produção biológico respeitam o equilíbrio entre o homem, o solo, as plantas e os animais. Desta forma, ao respeitarem o ambiente, oferecem-nos uma alternativa ideal aos produtos feitos com base em matérias-primas intoxicadas com pesticidas, fertilizantes químicos e poluição ambiental.

Os produtos de saúde englobam não só os produtos fitoterapêuticos, como também produtos alimentares equilibrados (macrobióticos, vegetarianos, para dietas hipocalóricas, isentos de glúten, colesterol, gorduras hidrogenadas, etc…), hábitos de higiene e de postura actualizados (cosmética natural, meias medicinais de descanso) e uma filosofia de vida saudável muito própria para atingir uma melhor qualidade de vida…

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