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Preparação para a cirurgia plástica

Publicado em 23/06/2010. Revisado por Equipe Editorial a 13 janeiro 2018

Preparação para a cirurgia plastica

Qualquer mulher pode fazer a cirurgia de implante mamario. No entanto, são necessários alguns exames que fazem parte das rotinas pré-operatórias. «É obrigatório fazer análises ao sangue (provas de coagulação ou verificar se a paciente tem anemia), um raio-x do tórax se for fumadora e um electrocardiograma para ver em que condições está para receber a anestesia», explica José Carlos Parreira.

Mas, antes da operação, a paciente e o médico têm de escolher a prótese mamaria. É importante que o médico apreenda a vontade da doente e discuta com ela a opção mais indicada para que tudo corra bem e se consiga melhorar a sua aparência.

«Como em tudo, há que ser moderado», comenta o cirurgião, «já recusei fazer algumas operações porque sabia que não iam ficar bem, o resultado não seria harmonioso.»

Convém, no entanto, salientar que um aumento excessivo do volume da mama pode prejudicar a postura e a coluna da paciente. Por exemplo, houve uma altura nos EUA em que se usou (e abusou) no aumento do volume da mama.

Mais tarde, algumas dessas mulheres tiveram de retirar os implantes e substituí-los por uns mais pequenos. O caso mais emblemático é o da actriz Pamela Anderson.

Segundo José Carlos Parreira, «algumas pacientes querem a mama projectada e redonda, para que notem que fez a cirurgia. Outras preferem a mama um pouco maior, mas mais parecida com o natural».

Assim, tendo em conta o pretendido e depois de se tirarem as medidas ao tórax da doente, da sua estatura e do diâmetro natural da mama, pode-se escolher com segurança a prótese que melhor se adequa à paciente.

Durante a cirurgia, é possível experimentar algumas das próteses escolhidas anteriormente e verificar o resultado, comparar e decidir qual «fica melhor» na paciente.

«Também tenho por hábito perguntar a opinião das pessoas que fazem parte da equipa e que estão na sala de operações, já que por estarem mais habituadas são mais sensíveis ao problema», assegura o cirurgião.

«Algumas pessoas estão a fazer este tipo de cirurgia sem estarem aptas», alerta José Carlos Parreira, deixando um conselho a todas as mulheres que pretendam efectuar qualquer tipo de intervenção do foro da cirurgia plastica: «Verifiquem se o médico está ou não inscrito no Colégio de Especialidade de Cirurgia Plástica da Ordem dos Médicos. Para obter essa informação a doente pode contactar a Ordem dos Médicos. Trata-se de uma garantia para a mulher, no caso de surgir alguma complicação.»

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