Supremacia feminina

Publicado em 04/07/2011. Revisado por Equipe Editorial a 13 janeiro 2018

Em todos os países desenvolvidos e na maioria dos subdesenvolvidos, as mulheres vivem mais tempo do que os homens, o que em geral corresponde a um acréscimo de cerca de 10% do tempo médio de vida. Nos Estados Unidos e no Norte da Europa, as mulheres têm seis vezes mais probabilidades de viver até aos 100 anos do que os homens. A razão desta diferença reside numa misfura complexa de factores ambientais, genéticos, culturais e antropológicos. Um dos factores biologicos possíveis é a influência das hormonas sexuais.

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A hormona masculina testosterona tem estado associada a um comportamento mais agressivo e competilivo, o que gera riscos de uma morte precoce devido à violência, a acidentes e ao envolvimento em situações arriscadas. Em certos casos, a testosterona, sobretudo a níveis suprafisiológicos, pode reduzir os níveis de HDL (colesterol bom). Em contapartida, a hormona feminina estrogénio aumenta os níveis de colesterol bom.

Além disso, as mulheres podem ter uma actividade inflamatória mais fraca do que os homens, o que, apesar de aumentar o risco de infecções graves que podem causar a morte, reduz a possibilidade de desenvolverem doença coronária. Estudos realizados sobre os telómeros (factor 23) também revelam que os homens têm telómeros mais curtos do que as mulheres da mesma idade e, consequentemente, uma esperança de vida menor.

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